SINÔNIMO:
OSMOLALIDADE SÉRICA
OSMOLARIDADE
TIPOS DE AMOSTRA:
Soro
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo com gel separador
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
2,0 mL.
MÉTODO:
PONTO DE CONGELAMENTO
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Não é necessário jejum ou cuidados especiais
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE:
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por 7 dias refrigerada de 2°C a 8°C ou por até 7 dias congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau I. .
INTERPRETAÇÃO:
Sua medida é útil na avaliação de patologias relacionadas ao equilíbrio ácido-base e eletrólitos. A comparação entre a osmolalidade do soro e da urina fornece informações úteis para determinar o estado da função renal hídrica. O aumento da osmolalidade no soro ocorre nas desidratações hipertônicas, no coma diabético e na uremia. E valores inferiores são encontrados em casos de desidratações hipotônicas, na intoxicação hídrica e na síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético. Se a osmolalidade sérica está elevada, porém com valores normais de sódio, pode indicar hiperglicemia, uremia ou alcoolismo.