SINÔNIMO:
Gamibetal complex, Hidantal, Fenidantal, Anticonvulsivante, DIFENILHIDANTOÍNA
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
TIPOS DE AMOSTRA:
SORO
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo seco ( Desmineralizado )
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO
1,05 mL.
MÉTODO:
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Medicação: Realizar coleta antes de uma das tomadas do medicamento (2 horas antes) ou conforme orientação médica
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Recomenda-se que a coleta e envio da amostra sejam realizados em tubos secos sem gel separador.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por até 8 dias entre 2°C e 8°C, após este período manter congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO:
A Fenitoína é uma droga anti-epilética usada para tratar vários tipos de convulsão. É administrada tipicamente por via oral como fenitoína sozinha ou intra muscular na forma de fosfenitoína de pródroga. Dependendo da via de administração, a conversão de fosfenitoína para fenitoína espera-se que esteja essencialmente completa dentro de 2 a 4 horas. A maioria da Fenitoína na circulação é ligada intimamente às proteínas plasmáticas, principalmente à albumina. Normalmente cerca de 10% circula de forma livre ativa farmacologicamente, embora em algumas condições, como na insuficiência renal, essa fração possa aumentar para 30% ou mais. A quantia que circula livremente prevêse que esteja aumentada na hipoalbuminemia e em condições onde outros compostos competem com a Fenitoína por locais de ligação com proteínas. A Fenitoína é eliminada pelo fígado, onde é convertida, glucoronizada e excretada na urina. Embora esses metabólitos sejam inativos, são estruturalmente semelhantes à Fenitoína e podem competir com a esta por locais de ligação de proteínas. A taxa de excreção declina um pouco com a idade, e é reduzida com a insuficiência renal. As drogas que impedem ou inibem a capacidade do fígado de metabolizar Fenitoína podem ser suscetíveis de afetar os níveis circulatórios. Além disso, a capacidade metabólica é limitada; uma vez que o relacionamento entre as dosagens e os níveis de circulação não são uniformes, mesmo dentro da faixa terapêutica, pequenos aumentos na dose administrada podem resultar em grandes aumentos nos níveis circulatórios.