SINÔNIMO:
EPSTEIN BARR – QUANTIFICAÇÃO POR PCR
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio
TIPOS DE AMOSTRA:
DIVERSOS
TUBO(S) DE COLETA:
Sangue total: Tubo com EDTA (rolha roxa) – 2 mL
Plasma: Tubo PPT ou Vacuette K2 (ambos em EDTA com gel separador) – 2 mL
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
2,0 mL.
MÉTODO:
PCR EM TEMPO REAL
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
SANGUE TOTAL
Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados, homogeneizar e acondicionar corretamente
PLASMA
Realizar coleta utilizando material e tubos de coleta adequados.
Imediatamente após a coleta, homogeneizar por inversão (10x), centrifugar os tubos a 2.200g (esta designação se aplica para centrífugas com força G, para outros tipos de rotação realizar a conversão para correta centrifugação) por 15min; mantendo a temperatura de 18°C a 25°C, pois altas temperaturas podem ter efeitos negativos nas propriedades físicas do gel.
Verificar se o gel separador está sedimentado, sem coágulos dispersos no plasma. Se houver necessidade de congelamento, realizá-lo somente após a centrifugação.
Não aliquotar o plasma após a centrifugação.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
TRIAGEM:
PLASMA :Transportar congelado.
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por até 7 dias congelada a -20°C.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia
INTERPRETAÇÃO:
O Vírus Epstein-Barr (EBV) é um y-herpesvírus, com genoma de DNA de dupla fita presente em mais de 90% da população do mundo, provocando na maioria dos indivíduos uma infecção assintomática ao longo da vida. Embora a maioria das infecções primárias por EBV sejam assintomáticas, o vírus é o principal fator predisponente para o desenvolvimento de ampla gama de alterações linfoproliferativas de células B (linfoma de Burkitt, carcinoma nasofaríngeo, e linfoma Hodgkin e não-Hodgkin), principalmente em indivíduos imunocomprometidos (como receptores de transplante e pacientes portadores de HIV). A detecção precoce do EBV é crucial para o manejo eficaz de pacientes sob terapia imunossupressora após transplantes e em situações de doença imunoproliferativa.
A quantificação da carga viral de EBV em leucócitos de sangue periférico é usada em pacientes de alto risco e para monitorar a resposta à terapia no grupo de pacientes anteriormente descrito.
A técnica PCR é um dos métodos mais sensível e específico para a detecção desse agente infeccioso e está indicada em casos suspeitos de síndrome de fadiga crônica e após transplantes.