SINÔNIMO:
Epstein baar iga
TIPOS DE AMOSTRA:
Soro
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo Gel separador
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
1,5 mL.
MÉTODO:
IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE:
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C)
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por até 14 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 30 dias congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau II.
INTERPRETAÇÃO:
O virus Epstein Barr é o principal agente da Mononucleose Infecciosa. Transmitido principalmente por via oral, replica-se no epitélio orofaríngeo e é liberado na saliva pelos linfócitos B infectados. Durante a infância, a infecção primária em geral é assintomática, já na adolescência e na idade adulta, contrai-se, em geral, uma mononucleose infecciosa sintomática. As diferentes fases de uma infecção por EBV (aguda, reactivada, passada) caracterizam-se pelo aparecimento de diferentes anticorpos (IgA, IgG, IgM) contra os diferentes antígenos do vírus (antígeno do capsídeo do vírus = VCA, antígeno precoce = EA e antígeno nuclear do vírus Epstein-Barr = EBNA).
O Epstein Barr está associado a várias desordens proliferativas de origem linfóide, tais como mononucleose infecciosa, linfoma de Burkitt, doença de Hodgkin e doença linfoproliferativa pós-transplante, nas quais o seu papel oncogênico tem sido estudado.