SINÔNIMO:
Acetona dosagem, 2-Propanona, Dimetilcetona, Eter piroacetico,ACETONA – S, ACETON
TIPOS DE AMOSTRA:
Deversos: Plasma fluoretado ou Urina recente
TUBO(S) DE COLETA
Sangue: 2 Tubos Fluoretados
Urina:Tubo cônico.
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
Sangue: 4,0 mL.
Urina:4,0 ml.
MÉTODO:
CROMATOGRAFIA GASOSA – HEADSPACE – Método in house
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Sangue:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
Urina:
Colher a urina no final da jornada de trabalho, em caso de exposição a Acetona, ou ao final do último dia de jornada da semana, em caso de exposição ao Isopropanol.
Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções. – Lavar as mãos com água e sabão.
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio. – Após a coleta enviar ao laboratório no prazo máximo de 1 (uma) hora a temperatura ambiente.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
Sangue:
A amostra deve ser centrifugada, separada e refrigerada imediatamente após a coleta.
Atenção para não ocorrer hemólise e coágulo.
Enviar em tubo de transporte fornecido pelo Hermes Pardini.
Ao transferir à amostra para o tubo de transporte recomenda-se respeitar a quantidade de 4mL para evitar quebra do frasco durante o processo de congelamento, e diminuir a volatilidade da amostra.
Urina:
Ao transferir à amostra para o tubo de transporte Pardini, recomenda-se respeitar a quantidade de 4mL para evitar quebra do frasco durante o processo de congelamento, e diminuir a volatilidade da amostra.
Refrigerar imediatamente após a coleta.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
TRIAGEM:
Transportar congelado
ESTABILIDADE:
Até 5 dias congelado entre 0 e -20 ºC.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO
A acetona é usada principalmente como solvente. Apresenta-se como líquido volátil e de odor característico. A absorção ocorre pelas vias inalatória, oral e cutânea. A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada.
O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. Na ingestão observa-se vômitos e diarréia. Pode ser observado ainda, ataxia, irritação cutânea, depressão, intensa acidose, icterícia e tosse.
É eliminada pelos pulmões e rins e na maior parte inalterada. Pode ocorrer elevação da acetona no sangue dos pacientes em uso de propanolol, ácido ascórbico, levodopa, ácido valpróico, fenilcetonas, pyridium e n-acetilcisteína, entre outros.