SINÔNIMO:
IGE ESP (G2)- GRAMÍNEAS – GRAMA DAS BERMUDAS
CYNODON DACTYLON, GRAMA COMUM, GRAMA RASTEIRA
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
TIPOS DE AMOSTRA:
Soro
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo com gel separador:
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
2,0 mL.
MÉTODO:
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE:
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por 7 dias refrigerada de 2°C a 8°C ou por até 1 ano congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO
O pólen de gramíneas é microscópico e viaja facilmente no ar. Todos respiram pólen de gramíneas, mas nem todos reagem a ele. O pólen de gramíneas, como o pólen de árvores e de ervas daninhas, pode viajar rapidamente em dias com muito vento, por isso, suas reações podem não ser causadas pela grama que cresce em seu quintal ou seu bairro. A fonte de suas alergias pode ser, na verdade, originada de gramados a quilômetros de distância. Sendo alérgico a gramíneas, é provável que seja alérgico à maioria dos tipos de gramíneas, se não a todas as gramíneas, já que os pólens de gramíneas têm proteínas muito semelhantes que causam alergias. Algumas pessoas apresentam também alergia na pele, por exemplo se tiverem alergia às gramíneas e tocarem em relva ficam com manchas na pele e prurido (comichão); esta situação denomina-se urticária de contacto alérgica, mas não é muito frequente.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.