SINÔNIMO:
GADUS MORHUA
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
TIPOS DE AMOSTRA
Soro
TUBO(S) DE COLETA
Tubo Gel separador
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
1,0 mL.
MÉTODO:
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada. .
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO:
A alergia aos mariscos e peixes é uma reação adversa imunológica (do sistema imunológico), sendo a alergia alimentar mais frequente nos adultos. O camarão é o tipo de marisco que mais frequentemente é associado às alergias, uma vez que é o mais consumido entre a população.
Marisco é uma designação culinária que engloba diferentes animais invertebrados aquáticos comestíveis, geralmente de água salgada. A maioria dos mariscos pertencem ao grupo dos crustáceos ou ao grupo dos moluscos.
A alergia ao camarão e outros crustáceos é mais frequente do que a alergia a moluscos, mas ambas podem ser muito graves. No entanto, os mariscos podem provocar outro tipo de reações adversas, tóxicas, por estarem contaminados com microrganismos ou toxinas. Os microrganismos responsáveis podem ser bactérias ou vírus (Staphylococcus aureus, vírus da hepatite A, etc.). Em geral, nestas situações de reação tóxica, os sintomas predominantes são gastrointestinais e surgem algumas horas após ingerir o marisco.
A alergia por mariscos deve-se na maioria das vezes a um tipo de proteína designadas tropomiosina, que se encontram no corpo destes animais. São proteínas resistentes ao calor. Isto quer dizer que ingerir marisco cozido não é mais seguro do que o marisco cru, porque as proteínas mantêm a sua capacidade alergênica mesmo quando cozido. Estas proteínas podem ser transportadas pelo vapor do cozimento.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.