SINÔNIMO:
ÍNDICE DE ANDRÓGENOS LIVRES
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
TIPOS DE AMOSTRA:
Soro
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo com gel separador:
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
1,0 mL.
MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE:
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
A amostra é estável por até 3 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO:
O estado real dos androgênios podem ser visualizados tanto pela mensuração da testosterona livre quanto pelo cálculo da taxa de concentração de testosterona total com a concentração (ou capacidade de ligação) de SHBG. Essa taxa, que é um indicador muito útil nos estados de anormalidades androgênicas, é chamada de índice de androgênios livres (FAI), ou às vezes de índice de testosterona livre. Este é tipicamente calculado numa base molar⁄ molar e multiplicado por um fator de 10, 100 ou 1000. O índice de androgênios livres etá geralmente aumentado em processos de acne severa, alopécia androgênica nos homens (calvície), hirsutismo e outras condições nas quais o nível de testosterona total é normal e o nível de SHBG é baixo. Em mulheres não obesas sem hirsutismo, com pouca menstruação, um nível elevado de FAI é encontrado durante o início da fase folicular, é reportado ser um indicador específico e sensível em doenças ovarianas policísticas. Muitos estudos têm encontrado que o FAI corresponde muito bem com a clínica do paciente, mas não se têm correlacionado de forma tão adequada com outras mensurações bioquímicas. Além do que, mensurações do NSBT não dão informação diagnóstica adicional nos pacientes com hirsutismo estudados.