SINÔNIMO
PARACOCCIDIOIDOMICOSE ANTICORPOS
TIPOS DE AMOSTRA
Soro
TUBO(S) DE COLETA
Soro: TUBO SORO GEL (TAMPA AMARELA ⁄ TAMPAVERMELHA)
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO
Exame realizado no laboratório de apoio
VOLUME MÍNIMO
1,0 mL.
MÉTODO
Imunodifusão de Ouchterlony
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Jejum: Jejum não é necessário.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
Realizar a coleta utilizando tubo gel separador, e imediatamente após a coleta, homogeinizar o tubo e mantê-lo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente de no mínimo 30 minutos, para evitar hemólise. Após esse período, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente no refrigerador de 2 a 8º até o envio da amostra para o setor técnico.
TRANSPORTE
As amostras devem ser embaladas e rotuladas em sacos plásticos de acordo com o descrito no PQ de Transporte.
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE
Soro : A amostra é estável por até 2 dias refrigerada de 2 a 8 °C, após este período manter congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO
Não utilizar amostras inativadas termicamente, amostras procedentes de um conjunto de amostras misturdas, amostras demasiado hemolisadas e amostras com contaminação microbiana visível.
Amostras com fibrina, glóbulos vermelhos e outras partículas em suspensão.
INTERPRETAÇÃO
O Paracoccidioides brasiliensis é o agente etiológico da paracoccidioidomicose, a principal micose sistêmica no Brasil. A exposição a este fungo está relacionada com o manejo do solo contaminado, sendo as vias aéreas a principal forma de contaminação. Os órgãos mais frequentemente afetados são os pulmões, seguidos da pele, mucosas, linfonodos, adrenais, sistema nervoso central, fígado e ossos.
Consideram-se significativos títulos maiores que 1⁄16, porém, se a doença estiver em atividade, títulos mais elevados podem ser facilmente encontrados. Após tratamento específico, observa-se queda em tais valores.