SINÔNIMO:
Anti DNASE B, DNASEB, Anti estreptodornase, Estreptococcias, ANTIDESOXIRIBONUCLEASE B, ANTI DESOXIRIBONUCLEASE B
ATENDIMENTO:
É obrigatória a apresentação do pedido médico, da carteira de identidade oficial do (a) cliente e a apresentação de eventuais outros documentos exigidos pelo convênio.
TIPOS DE AMOSTRA:
Soro
TUBO(S) DE COLETA:
Tubo com gel separador
POSSIBILIDADE DE URGÊNCIA: NÃO
REALIZAÇÃO:
Diariamente – Segunda a Sábado
VOLUME MÍNIMO:
1,0 mL.
MÉTODO:
NEFELOMETRIA
INSTRUÇÕES DE PREPARO:
Não é necessário jejum ou cuidados especiais.
INSTRUÇÕES DE COLETA E PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS PARA ANÁLISE
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
TRANSPORTE:
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
ESTABILIDADE:
Até 7 dias refrigerado entre 2 e 8 ºC, ou congelado por até 3 meses.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO:
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
INTERPRETAÇÃO:
Os anticorpos B DNAase reagem contra exoenzima da desoxiribonuclease B produzida pelos estreptococos.
A detecção destes anticorpos indica infecção estreptocócica presente ou passada (febre reumática, escarlatina, tonsilite, glomerulonefrite, entre outras).
A reação dos anticorpos contra os estreptococos DNAse B inicia-se posteriormente à formação de anticorpos contra a estreptolisina O (ASLO). Nas infecções da pele, raramente ocorre um aumento da concentração de anti-estreptolisina, ao mesmo tempo em que se pode observar uma subida do título de ADNase B. Para um diagnóstico mais sensível, sugere-se a realização de ambos exames.
A pesquisa de ambos (ASLO e anti-DNase B) confere maior sensibilidade. Finalmente, os anticorpos anti-DNase B persistem por mais tempo que ASLO, contribuindo para o diagnóstico em casos mais tardios.