SAC62 3524-7000
62 98557-6105

Notícias

Porque o sarampo voltou?

Publicado em : 16/12/2019

Há apenas três anos, em 2016, o Brasil recebeu o certificado oficial de erradicação do sarampo. Isso foi possível graças à vacina que, nas últimas décadas do século 20, passou a fazer parte do nosso Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Não deu outra: os casos foram progressivamente diminuindo e o vírus selvagem foi perdendo forças e capacidade de disseminação, à medida em que a grande maioria das pessoas – crianças principalmente – era vacinada e as campanhas de vacinação apresentavam altas taxas de cobertura vacinal.
Muitas vidas foram salvas.
Em 2019, o “inesperado” aconteceu: fomos surpreendidos por um surto de sarampo. Até o fim de outubro, o sarampo foi confirmado em 10.429 dos 49.613 casos suspeitos. O estado mais acometido foi São Paulo com 90,5% dos casos, seguido do Paraná e do Rio de Janeiro.
Porque o sarampo voltou? O que aconteceu?
Simples assim: o sarampo voltou porque deixamos de nos vacinar.
A cobertura vacinal caiu, nestes últimos anos, de 92% para 76%, que é muito baixa para conter o vírus. Resultado: o vírus não perdoou. Voltou com força total e neste último ano acometeu e matou pessoas desprotegidas e suscetíveis.
Cabe a reflexão: por que a cobertura vacinal diminuiu?
Por quais razões as pessoas deixaram de se vacinar?
Houve várias explicações para o inexplicável. Uns atribuíram as baixas coberturas ao sucesso das próprias vacinas, pois, à medida em que o sarampo e outras doenças, como difteria e tétano, deixaram de ser notícias, imediatamente também deixam de existir no imaginário humano. "Qual a razão para me proteger de algo que não me ameaça concretamente?", pensam alguns.
E, assim, pais e cuidadores deixaram de levar seus filhos aos postos de saúde.
Outros responsabilizaram o movimento antivacinas, que nos últimos tempos, e graças à visibilidade garantida pelas redes sociais, notabilizou-se por convencer pessoas de que as vacinas fazem mal.
Para quem ainda tem alguma dúvida: vacinas NÃO fazem mal. Algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais já conhecidos pela comunidade científica. Para uma vacina ser liberada para a população, precisa cumprir uma enormidade de exigências, controle internacional de eficácia e segurança.
São seguras TODAS as vacinas indicadas por instituições de credibilidade indiscutível, como a OMS (Organização Mundial de Saúde), por exemplo.
Fato é que com esses inimigos invisíveis não se brinca. Não os enxergamos, não os vemos, mas eles estão à nossa volta.
Felizmente temos as vacinas que nos dão segurança e tranquilidade para seguir em frente sem sustos e sem perdas irreparáveis.
Fica a dica para 2020: vacinem-se de acordo com as orientações das autoridades de saúde. Vacinas são, de longe, nosso melhor e mais eficaz seguro para uma vida saudável.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: g1.com.br

Notícias

Vai viajar no fim do ano? Veja quais remédios não podem faltar na mala

20/12/2019

A temporada de festas de fim de ano está começando e muita gente se planeja para viajar. Mas o que não pode faltar no kit de remédios?

Saiba como o cigarro eletrônico pode afetar os pulmões

10/12/2019

Três casos de Evali – uma doença no pulmão, relacionada ao uso do cigarro eletrônico – foram confirmadas no Brasil.

OMS alerta para o pior surto global de sarampo desde 2006

21/08/2019

Número de infecções pelo vírus do sarampo quase triplica em 2019 ao redor do globo, segundo Organização Mundial da Saúde. Tudo pela falta de vacinação

Crianças e a Internet: quais as dicas?

25/03/2019

Nas últimas semanas, a boneca Momo aterrorizou crianças, pais, cuidadores e todos os que viram sua imagem e souberam o conteúdo de suas mensagens veiculadas pela internet.

Aumenta número de fraturas em idosos que passeiam com cães

24/03/2019

Exercitar-se com o animal de estimação faz bem à saúde, mas é preciso observar alguns cuidados

Quando a mania de morder objetos pode virar problema?

21/03/2019

Para evitar que o problema se agrave, o ideal é fazer um tratamento multidisciplinar, com dentista, fisioterapeuta e psicólogo.

Incontinência urinária atinge 35% das mulheres com mais de 40 anos e após a menopausa

20/03/2019

Dados são da Sociedade Brasileira de Urologia. Cerca de 5% da população sofre de incontinência urinária.

Risco de prisão de ventre aumenta depois da menopausa

14/03/2019

Homens e mulheres devem ficar atentos a sinais de sangue nas fezes

Hantavírus: o que é a doença que já matou mais de 10 pessoas na Argentina

25/01/2019

Uma única festa de aniversário no sul da Argentina pode ter sido o ponto de partida para a morte e contágio de diversas pessoas por hantavirose.

Com chegada do Réveillon, alerta é festejar sem abusar do álcool

30/12/2018

Na festa da virada do ano, o lema deve ser comemorar, mas sem abusar do consumo de álcool, principalmente para quem for dirigir.